Como executar Grandes Ideias?

Por Marla Tabaka, traduzido e adaptado por Eliezer Filho

Boas ideias podem se tornar fraquezas se não forem bem gerenciadas. As mensagens constantes que atravessam a mente dos empreendedores podem incluir pensamentos como: “Eu deveria mexer com isso.” “E se eu errar em alguma coisa grande?” “Tantas ideias, tão pouco tempo” “Eu gostaria de ter dinheiro para  fazer essa ideia acontecer, ela é tão boa.” Estas perguntas geram uma desordem cerebral que trará um caminhão de ideias a um ponto insuportável, antes mesmo de chegar na estrada de viabiliza-las, por isso vamos descobrir como descarregar a carga em excesso!

Nem sempre é fácil para o lado direito, o lado criativo do empreendedor, tomar uma sistemática. Mas é isso que temos que fazer para tirar essas ideias do chão. Então, seja sua ideia sobre um novo produto, marketing, outros fatores de crescimento ou oportunidades organizacionais, aqui estão algumas dicas para que ela avance, ou para tira-las de sua mente, de uma  vez por todas.

Tire ideias da cabeça e coloque no papel. Manter esse brilho todo das ideias no seu cérebro é desgastante – elas tem que sair! Comece classificando as suas ideias entre grandes e pequenas. Categorizar e priorizá-las com base em suas necessidades: Você precisa de receita imediata? Você precisa melhorar a sua marca? Do que você precisa para satisfazer as demandas dos clientes? Ou você simplesmente precisa ter mais diversão, utilizando a sua criatividade em uma nova maneira? Agora escolha UMA ideia (sim, apenas uma) e aplique algumas ou todas estratégias a seguir.

Examine e expanda. Quando a sua idéia está em seus estágios iniciais gera curiosidade  e também pressão. Ao invés de colocar pressão sobre si mesmo para encontrar uma maneira de fazer a ideia funcionar, basta perguntar “e se…”.

“E se essa ideia está no lugar certo agora, o que isso causa de diferente?”
“E se eu pudesse ver essa idéia como algo maior do que é agora, como é que fica?”

Apenas para se divertir, explore as opções dos diversos “e se” como uma criança pode explorar o parquinho infantil. O lúdico pode reduzir o estresse e permitir mais espaço para a criatividade.

Compare a sua ideia ou estratégia com a sua visão e missão. Existe sinergia? Será que realmente se encaixam com seus objetivos a longo prazo? Isso muda alguma coisa de uma maneira que você deve explorar ou não é apenas para confundir a imagem? É muito longe da marca ou ela se encaixa na perfeição com a foto grande?

Às vezes nós temos A “grande ideia” e estamos tão envolvidos na energia de tudo isso que nos levamos a perder de vista a nossa visão verdadeira. Seguindo por este caminho pode levá-lo fora de seu objetivo principal, por um desvio muito acidentado. Você pode ou não acabar no lugar certo!

Aplique os passos da análise SWOT em sua idéia. Desenhe um quadrante em um pedaço de papel ou anote as quatro categorias em seu mapa mental ou quadro branco. Forças (Strenghts), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

Depois de examinar o seu conceito e listar tudo que você pode pensar em cada uma das quatro áreas, explore os seus pensamentos sobre o seguinte:

Existe perigo de uma força de se tornar uma fraqueza?
Você pode converter uma fraqueza a oportunidade?
As fraquezas podem ser minimizadas ou eliminadas?

Trazer estas informações para avaliar as oportunidades mais promissoras e as questões mais importantes é o lugar onde você vai encontrar o maior valor em uma análise SWOT. Então você pode ter a sua idéia ou levá-la fora de sua mente completamente.

Olhe para as últimas tendências. Se você está trazendo um novo produto ou serviço ao mercado, não é a forma nova, refrescante e criativa que você atende às necessidades dos clientes que importa? Será que suas ideias se destacam ou se perdem em meio ao caos? Novamente, explore suas ideias sem estresse para ver como você pode diferenciá-la ou melhorá-la em comparação as ideias dos concorrentes.

Faça reuniões de Brainstorm com amigos e colegas. Ser um empreendedor sozinho não significa por si só! Não queira levar sua ideia sozinho. Pergunte às pessoas criativas e estratégicas que trabalham com você e permita-se se divertir com eles. Lembre-se que você escolheu a si mesmo para ser seu próprio patrão, pois você ama liberdade. Estar colado às suas ideias de forma estressante transfora tudo em uma experiência não muito agradável!

Aqui está uma ideia divertida – Vá em algum lugar diferente para trabalhar com suas ideias.

Adoro trabalhar no lobby de um hotel decadente ou um café ou livraria que eu nunca estive. De alguma forma, isso cria um novo nível de emoção para o meu planejamento e brainstorming e realmente me ajuda a explorar esse lado lúdico. O que funciona para você?

Todos nós podemos aprender com o exemplo de Steve Jobs

Opinião de um sobrevivente do câncer

Por Graham Bower – www.cultofmac.com


Para pessoas como eu, e os outros 28 milhões que vivem com câncer, personalidades como Steve Jobs são exemplos incríveis. Quando eu fazia quimioterapia, há três anos, fui muitas vezes tentado a pensar “Por que eu?“. Mas aí eu me perguntava, “Por que Steve Jobs? Por que Lance Armstrong?”. Refleti sobre as coisas notáveis que eles alcançaram após o início do tratamento. O seu exemplo inspirador me ajudou muito mais do que eu posso dizer com palavras.

Steve Jobs prefere não falar sobre seu câncer. Ele prefere se concentrar em seu trabalho. Devemos respeitar sua escolha.

Quando alguém não está bem, a última coisa de que precisa é de um monte de gente fazendo alarde sobre isso. E se optar por manter suas questões de saúde para si mesmo, seus desejos devem ser respeitados. Ninguém tem o direito de saber a condição médica de outra pessoa.

Discutir publicamente o estado de saúde de alguém e especular sobre o seu prognóstico édesrespeitoso e desnecessariamente negativo.

Quando eu fiquei doente e fui submetido à quimioterapia, eu tive a sorte de ser capaz de continuar o meu trabalho diário, administrar uma empresa de pequeno porte. O que tornou isso possível para mim foi a força interior, o pensamento positivo e o incentivo da minha família, amigos e colegas em torno de mim, que tinham a abertura de espírito suficiente para se concentrar no que eu poderia fazer, e não naquilo que eu não podia.

Nenhum de nós está imune a doenças ocasionais. Uma em cada seis pessoas no mundo são diagnosticadas com câncer em algum estágio de sua vida (uma em cada três os EUA). Todos nós [que temos a doença] precisamos de espaço para começar bem, do nosso próprio jeito, e com a ajuda de profissionais médicos qualificados.

Se você conhece alguém que está vivendo com câncer, a melhor maneira de ajudá-lo é dar foco nos aspectos positivos, dar-lhes o espaço para lhe contar muito ou pouco, de acordo com sua vontade, e ter a mente aberta sobre o que eles são capazes de alcançar .

O ano de 2011 promete ser incrível para a Apple. Vamos nos concentrar nisso e deixar a oncologia para os profissionais.

Pixar, 25 anos de sonhos

No dia 3 de fevereiro de 2011 a Pixar, famoso estúdio de animação completou 25 anos. Foi neste dia, porém no ano de 1986 que Ed Catmull, Alvy Ray Smith e o vice presidente da Lucasfilm Doug Johnson se sentaram com o recém ex-apple Steve Jobs para assinar os documentos que fariam de uma divisão da Lucasfilm uma empresa independente, chamada Pixar.

Já tinham realizados curtas inesquecíveis como The Adventures of André & Wally B. e já estava em produção Luxo Jr., animação que se tornaria símbolo do estúdio. O estúdio estava mais para uma empresa de softwares de renderização tridimensional do que criação pura. Perto de falir em 1994, o que mudou foi uma nova parceria com a Disney que culminou no lançamento de Toy Story, primeira animação totalmente feita por computação gráfica e a maior bilheteria daquele ano. Depois vieram diversos outros sucessos que transformaram a Pixar no estúdio dos sonhos. Algo bem parecido ao que a Disney representou desde seu início.

Se a Disney nos ensinou que se qualquer pessoa fizer um desejo a uma estrela e se desejar de todo coração pode se tornar real, a Pixar nos provou que brinquedos podem ter vida, robôs podem nos fazer chorar e casas podem voar. Sem dúvida, se Wall Disney rompeu o mundo com a magia da animação, a Pixar provou que esta pode ser reinventada sempre, bastando ter uma boa história e pessoas dedicadas para contá-la.

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